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Refrigerantes: mitos e verdades

Escolher o refrigerante mais adequado é uma questão que depende de diversos fatores São tantas as variações e os mitos sobre os refrigerantes, que fica difícil saber qual deles (light, diet e zero) é o melhor ou menos prejudicial para a manter a saúde e controlar o peso.

Nem sempre as nomenclaturas são claras e muitas representam mais uma estratégia comercial do que uma diferença de fato. Mas, apesar das diversas opções disponíveis, não há motivo para confusão.

Refrigerantes light, diet ou zero são praticamente iguais em sua composição. Todos têm pouca ou nenhuma caloria e são isentos de açúcar, ou seja, são diet. A única diferença está no tipo e na quantidade de adoçantes não calóricos utilizados, geralmente sendo usada a associação de dois ou mais em cada bebida.

Apesar de receber nomes diferentes, os refrigerantes disponíveis no mercado brasileiro podem ser divididos em dois grupos: os convencionais, que contêm calorias e açúcar, e os diets, que não contêm açúcar nem calorias.

Escolher o refrigerante mais adequado é uma questão que depende de diversos fatores e não é consenso entre os especialistas. Para os diabéticos, não há dúvida: a opção deve ser o diet, já que essas pessoas precisam controlar a sua glicemia.

Há estudos que mostram que os refrigerantes diet e light podem não ser os mais indicados para a perda de peso. Às vezes, mesmo usando o adoçante, pode acontecer ganho de peso igual.

Portanto, a escolha do refrigerante certo para quem quer emagrecer é algo que pode variar. O consumo de cada um tem seus prós e contras e todos devem ser levados em consideração.

No caso dos refrigerantes diet e/ou light, há a vantagem da redução de calorias, o que pode ajudar a emagrecer, equilibrando os excessos em uma refeição. Mas é importante lembrar que os estudos ainda não conseguiram decifrar o papel destas bebidas no peso corporal e que muitas pesquisas sugerem que seu consumo seja moderado.

Já o refrigerante comum, apesar de ter mais calorias, é feito com açúcar natural, o que é mais saudável. Se o paciente não tem risco cardiovascular, diabetes e nem sobrepeso, pode ser a melhor opção.

Apesar das divergências, há um ponto que é consenso entre os especialistas: se você quer emagrecer, é melhor não consumir refrigerante de nenhum tipo, ou, pelo menos, beber com moderação. A tão falada e indicada reeducação alimentar é sempre o melhor caminho.

A nomenclatura dos produtos pode representar verdadeiras armadilhas para os consumidores, especialmente aqueles que querem emagrecer e optam por alimentos diet ou light. O chocolate diet, por exemplo, costuma ter mais calorias que o convencional. O açúcar é trocado pelo adoçante e, para manter textura e palatabilidade, a gordura é acrescentada, tornando-o mais calórico.

Para evitar esse tipo de confusão, a saída é ler atentamente os rótulos dos alimentos, que devem informar os nutrientes e as calorias dos produtos.

Muita gente pensa que os produtos diet ou zero açúcar são a solução para o emagrecimento, mas pode ser completamente o contrário.

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