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Moradora de Paulínia é o primeiro registro de morte por febre amarela na região de Campinas

O Hospital de Clínicas da Unicamp registrou na terça-feira (24-jan) a morte de uma mulher moradora de Paulínia por febre amarela (este foi o primeiro óbito pela doença registrado na região de Campinas). A mulher contraiu a doença depois de uma viagem às cidades de Delfinópolis e Capitólio, em Minas Gerais, estado que vive surto da doença. Uma outra mulher que esteve com ela na mesma viagem também contraiu a doença, mas se recuperou e já recebeu alta.

A Vigilância Epidemiológica do município ressaltou que se trata de um “caso importado”, já que a vítima passou a apresentar os sintomas após retornar de uma viagem a Minas Gerais – um dos estados brasileiros que sofre, atualmente, um surto da doença

A Prefeitura de Paulínia também informou que antes da confirmação, “todas as medidas protocolares preventivas já haviam sido tomadas”. Desde quarta-feira (25-jan) a SUCEN (Superintendência de Controle de Endemias) realiza procedimentos de nebulização da região do bairro onde a professora morava para combater mosquitos transmissores.

Além disso, a Secretaria Estadual de Saúde investiga outros 10 casos de febre amarela de pessoas que estiveram no estado de Minas Gerais. Três deles morreram. Em Campinas, a secretaria informa que não há registro de caso suspeito da doença. Apesar disso recebeu reforço de 3 mil doses da vacina.

Vacinação

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, a confirmação de um caso suspeito na região de Campinas não muda a orientação de vacinação para a população. Apenas deve tomar a vacina quem for visitar uma área de transmissão da doença, fora ou dentro do Brasil.

Moradora de Paulínia é o primeiro registro de morte por febre amarela na região de Campinas