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Sáb17082019

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Paulínia não registra casos de dengue há três meses; veja cuidados na prevenção da doença

  Paulínia não registra casos de dengue há três meses

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paulínia está livre da dengue há três meses. De julho a setembro de 2016, não foi registrado nenhum caso da doença no município. Os casos suspeitos foram investigados
pelo instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, e negativados à Vigilância Epidemiológica municipal.

A boa situação é resultado do trabalho da equipe de saúde da Prefeitura de Paulínia, que faz busca ativa constante de criadouros da dengue, além das atividades de conscientização junto a alunos e trabalhadores das empresas contra o mosquito Aedes aegypti.Entre julho, agosto e setembro deste ano, foram notificados 64 casos suspeitos da doença. De acordo com a Vigilância Epidemiológica, até o dia 13 de outubro, não havia sido confirmado nenhum caso de dengue na cidade.Já de janeiro a julho, os casos da doença caíram 95% se comparado com o mesmo período de 2015. Ao todo, foram 92 casos autóctones (contraídos no município) e 30 importados (de moradores de outras cidades atendidos em Paulínia).

SEM LARVAS

Paulínia também está praticamente sem larvas do mosquito Aedes aegypti. Nessa situação, fica mais fácil impedir uma epidemia da doença, porque não há grande concentração de vetores para transmitir a dengue.De acordo com o levantamento da densidade larvária feito no começo deste mês, foram encontrados apenas dois criadouros do mosquito numa amostragem feita na cidade, em cerca de 1.300 imóveis dos bairros visitados por técnicos.

Segundo a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), Paulínia registrou nível 0,1 de densidade larvária. O máximo aceitável em um município é até 1 ponto.Hernany Justino, diretor do Departamento de Vigilância em Saúde da Prefeitura de Paulínia, afirmou que o resultado também deve ser atribuído à maior conscientização da população, que não permite a criação do mosquito. “Nosso trabalho junto à população vai continuar, casa a casa, para impedir a volta da dengue”, afirmou.

  Paulínia não registra casos de dengue há três meses

Cuidados devem continuar
Apesar da queda no registro de casos de dengue em Paulínia é importante manter os cuidados para afastar e combater o mosquito Aedes aegypti.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros. Embora pareça pouco agressiva, a doença pode evoluir para a dengue hemorrágica e a síndrome do choque da dengue, caracterizadas por sangramento e queda de pressão arterial, o que eleva o risco de morte. A melhor maneira de combater esse mal é atuando de forma preventiva, impedindo a reprodução do mosquito.

Sintomas da Dengue – O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.

Sintomas Dengue Clássica

Febre alta com início súbito. Forte dor de cabeça.
Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Perda do paladar e apetite.
Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores. Náuseas e vômitos· Tonturas.Extremo cansaço. Moleza e dor no corpo.
Muitas dores nos ossos e articulações.

Sintomas da Dengue hemorrágica

Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:

Dores abdominais fortes e contínuas. Vômitos persistentes.
Pele pálida, fria e úmida. Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Manchas vermelhas na pele.
Sonolência, agitação e confusão mental. Sede excessiva e boca seca.
Pulso rápido e fraco.Dificuldade respiratória.Perda de consciência.

 

 

 

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