O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, considerou inconstitucional a criação de Área de Proteção Ambiental (APA) na Bacia Hidrográfica do Ribeirão Quilombo, que passa por Paulínia, Campinas, Americana, Nova Odessa, Hortolândia e Sumaré e é dona de uma das águas mais sujas da região, motivada pelo despejo de esgotos.
Em São Paulo, a Assembleia Legislativa do Estado (Alesp) havia apoiado a implantação da APA, na Bacia Hidrográfica do rio, que é considerada uma das maiores da Região Metropolitana de Campinas (RMC).
A proposta da ação criada desde 2008, era a recuperação, preservação ambiental da área e a idealização de mecanismos para utilizar a bacia de forma sustentável, corrigindo o impacto das empresas e residências à área.
Alckmin defendeu a inviabilidade do projeto afirmando que as Unidades de Conservação, como as APAs, constitucionalmente podem apenas ser implantadas pelo governo federal.
O governador falou ainda que a Secretaria Estadual de Meio Ambiente descordou da APA, alegando a falta de estudos técnicos. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos.
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