Com início em Campinas, passando por Paulínia, Sumaré, Nova Odessa até chegar em Americana, este é o percurso das águas do Ribeirão Quilombo na região, consideradas uma das mais sujas da Região Metropolitana de Campinas, pelo livre despejo de esgotos.
Na capital, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo apoiou nesta semana a implantação de uma Àrea de Proteção Ambiental (APA) na Bacia Hidrográfica do rio.
No momento é aguardada a sansão do governador Geraldo Alckmin para medida ser efetivamente validada.
Sobre a poluição do ribeirão
De acordo com escala que mede a qualidade da água e o índice de poluição, de 0 a 4, as águas do Ribeirão Quilombo estão em estado alarmante, inseridas na classe 4.
Principalmente em época de estiagem, são encontrados objetos pessoais, lixos e até animais mortos nas localidades do rio.
A poluição máxima detectada pode desencadear graves doenças nas populações que vivem no entorno. Não há proteção de mata ciliar.
Segundo o criador da iniciativa, deputado Antônio Mentor, recuperar o ribeirão é essencial para elevação da qualidade de vida da região. Ainda ele afirmou que as áreas de proteção, ao serem implantadas, vão recuperar a mata ciliar perdida, preservar a mata nativa e os recursos hídricos.
As Prefeituras de Paulínia, Campinas, Americana, Nova Odessa, Sumaré e Hortolândia compõem o Consórcio Intermunicipal de Recuperação do Ribeirão Quilombo.
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