Enquanto os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco sofrem com a intensidade das chuvas dos últimos dias, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina passam por um perÃodo atÃpico de estiagem no inÃcio do mês de janeiro. Cerca de 107 cidades decretaram estado de emergência, afetando lavouras e quase 500 mil pessoas. As informações procedem de boletim enviado pela Defesa Civil.
Entre os municÃpios abastecidos pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) sete estão em estado crÃtico, apesar de não estar interrompido o fornecimento de água para consumo humano.
A empresa informou que monitora permanentemente a situação dos municÃpios de Agudo, Vila Nova do Sul, Barra do Guarita, Boa Vista do Buricá, Bom Progresso, Miraguaà e São Valentim.
A companhia garante que realiza melhorias operacionais para minimizar os efeitos da seca no fornecimento humano de água nas zonas urbanas. Em algumas localidades, o abastecimento está sendo complementado com caminhões pipas e equipes realizam a perfuração de poços artesianos em alguns dos municÃpios atingidos.
Déficit de R$ 400 milhões causado pela estiagem em Santa Catarina
Produtores rurais e agricultores catarinenses já perderam R$ 400 milhões por causa da estiagem que assola as lavouras, culturas e criações da região Sul do Brasil. Segundo a Secretaria de Agricultura e da Pesca do Rio Grande do Sul, a gravidade dos efeitos da seca devem aumentar. A produção mais afetada inclui milho, feijão, leite, soja e fumo.



